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O Centro de História da Universidade de Lisboa anunciou a abertura da chamada de trabalhos para um suplemento especial da Cadmo – Revista de História Antiga, inteiramente focado nas abordagens ecocríticas no mundo greco-romano. A iniciativa surge na sequência do colóquio "Do Cosmos à Terra: Segredos da Natureza na Antiguidade Clássica" e procura conectar as humanidades ambientais ao estudo da Antiguidade, respondendo ao crescente interesse da comunidade académica contemporânea pelas temáticas ecológicas. O volume especial tem publicação prevista por uma editora universitária até o ano de 2027.
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O comitê editorial convida investigadores a submeterem propostas que explorem uma ampla variedade de perspectivas e tópicos. São aceites trabalhos dedicados aos imaginários ambientais nas fontes da Grécia e Roma antigas, às relações entre seres humanos e não humanos na literatura e cultura material, e a leituras ecológicas da épica, da lírica, do teatro, da historiografia e da filosofia. Além disso, a chamada acolhe estudos sobre a presença de animais, plantas e paisagens em narrativas antigas, conceções históricas sobre clima e alterações ambientais, ética ambiental e sustentabilidade, além de abordagens ecocríticas direcionadas ao mito, ao ritual e à religião.
Os investigadores interessados devem enviar os seus manuscritos originais e inéditos, redigidos em português, inglês ou espanhol, em formato Word. O prazo final para submissão das propostas encerra a 30 de novembro de 2026, devendo o envio ser efetuado para o e-mail environment.ancient.ch@gmail.com. As diretrizes completas de formatação e os detalhes do processo editorial podem ser consultados diretamente na página oficial da publicação.
Lembremo-nos de que o inconsciente abriga os impulsos, os desejos e as moções pulsionais mais primitivas, que buscam incessantemente a satisfação imediata regida pelo princípio do prazer. Contudo, o ser humano vive inserido na cultura, na linguagem e nas normas sociais, representadas por outra instância ou por barreiras morais e éticas que compõem a realidade externa e as instâncias censoras da mente. Quando uma moção pulsional, um pensamento, uma lembrança ou um afeto emergem no psiquismo e entram em conflito direto com os valores éticos, morais ou com a autoimagem idealizada do ego, gera-se um estado de desprazer intolerável. É exatamente nesse ponto de tensão insuportável que o aparelho psíquico aciona o recalque como um mecanismo de defesa automático e inconsciente. O objetivo primordial dessa operação é afastar da consciência aquilo que, se conhecido, ameaçaria a integridade psíquica do sujeito, mantendo o conflito em uma zona inacessível à percepção direta.
No recalque, o material banido da consciência continua plenamente ativo e dotado de energia psíquica no inconsciente. Freud demonstrou que o recalque ocorre em dois momentos ou etapas fundamentais, frequentemente descritas como recalque primário e recalque secundário ou propriamente dito. O recalque primário constitui a fixação inicial, ocorrendo na infância mais remota, quando as primeiras representações pulsionais ligadas a vivências corporais e fantasmáticas são rejeitadas e impedidas de acessar a consciência, formando o núcleo originário do inconsciente. A partir desse primeiro núcleo, estabelece-se uma atração magnética sobre todas as moções posteriores que guardem qualquer semelhança ou conexão com aquele conteúdo original. O recalque secundário, por sua vez, incide sobre os derivados dessas representações primárias ou sobre novos conteúdos que, ao longo da vida, ameaçam perturbar o equilíbrio psíquico do sujeito. É este segundo tipo que opera cotidianamente nas neuroses, atuando como um vetor constante de contenção que exige um gasto permanente de energia do ego para manter o material indesejado trancafiado no porão do psiquismo.
Contudo, uma das grandes descobertas da psicanálise é o fato de que aquilo que é recalcado jamais deixa de existir ou de exercer efeitos sobre o sujeito. A energia associada à representação recalcada pode ser separada dela, mas o afeto correspondente busca incessantemente uma via de escoamento e expressão. É por essa razão que o sintoma neurótico surge exatamente como um compromisso entre a força do recalque e a força do desejo recalcado. O sintoma é, ao mesmo tempo, a tentativa de satisfação substitutiva do impulso proibido e a punição ou defesa contra ele. Um sujeito que recalca um impulso agressivo ou uma angústia profunda, por exemplo, pode desenvolver fobias, obsessões, conversões histéricas ou perturbações somáticas, manifestando no corpo e nos pensamentos aquilo que a mente recusou-se a elaborar pela via da palavra e da consciência. A psicanálise clínica demonstra diariamente que os atos falhos, os chistes e, sobretudo, os sonhos são formações do inconsciente que revelam o fracasso parcial do recalque, funcionando como janelas através das quais os desejos banidos escapam sob disfarces simbólicos e condensações enigmáticas.
No âmbito da teoria freudiana, a virada de 1920 introduz a segunda tópica do aparelho psíquico, composta por id, ego e superego, o que redimensiona a compreensão do recalque. Nessa nova perspectiva estrutural, o ego assume a maior parte das operações defensivas, atuando sob pressões não apenas da realidade externa, mas também das exigências severas e muitas vezes tirânicas do superego, que internaliza as proibições parentais e culturais. O recalque, portanto, deixa de ser apenas um conflito entre consciente e inconsciente e passa a ser compreendido como uma operação executada pelo ego contra moções do id que são julgadas perigosas. Curiosamente, o próprio ego realiza essa manobra de defesa a partir de motivações que lhe escapam, operando de maneira inconsciente. Isso evidencia que a resistência ao tratamento psicanalítico, frequentemente observada quando o paciente se cala, muda de assunto ou esquece associações importantes durante a sessão, nada mais é do que a atuação viva do recalque em pleno processo terapêutico. O tratamento psicanalítico visa justamente suspender essa censura automática, permitindo que o paciente, em um ambiente seguro e sustentado pela transferência, possa entrar em contato com os conteúdos recalcados, ressignificando-se por meio da elaboração verbal.
É fundamental também distinguir o recalque de outros mecanismos de defesa que a psicanálise veio a catalogar posteriormente, muitos deles aprofundados por Anna Freud. Enquanto defesas como a negação, a projeção ou a formação reativa operam por vias distintas, o recalque é considerado o mecanismo princeps, a matriz a partir da qual as outras defesas podem se desdobrar, embora mantenha uma especificidade irredutível ao lidar diretamente com a representação psíquica e seu destino afetivo. Quando pensamos na clínica contemporânea, o conceito de recalque continua plenamente atual, embora as formas de sofrimento psíquico tenham se transformado ao longo das décadas. Se na Viena vitoriana de Freud predominavam as neuroses clássicas marcadas por proibições sexuais rígidas e recalques severos, a atualidade apresenta quadros onde a exigência de gozo e a fragilização dos limites simbólicos colocam novos desafios ao psiquismo, exigindo do analista uma escuta refinada para além do modelo clássico da repressão, sem que este perca, contudo, a sua centralidade teórica.
O recalque, portanto, é o mecanismo psíquico essencial que nos permite conviver com a civilização ao preço de sacrificar a satisfação direta de nossos impulsos mais arcaicos. Ele demonstra que a nossa identidade consciente é apenas a superfície visível de um arquipélago complexo e conflituoso, onde forças antagônicas disputam continuamente a direção da nossa subjetividade.
Referências Bibliográficas
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A Revista Sankofa, publicação vinculada à Universidade de São Paulo, está com chamada aberta para o recebimento de artigos acadêmicos que comporão o dossiê intitulado Memórias do trauma: colonialismo, racismo e escravidão no pensamento negro, na memória social e na historiografia. A iniciativa é organizada pelos professores Leila Maria Gonçalves Leite Hernandez e Alexandre Almeida Marcussi, ambos da Universidade de São Paulo, em parceria com Iceu Carlos Sitoe, da Universidade Pedagógica de Maputo. Os pesquisadores e autores interessados em submeter seus trabalhos têm até o dia 30 de novembro de 2026 para enviar as contribuições.
A proposta do dossiê parte da compreensão do século vinte como um período marcado por intensos traumatismos, nos quais os testemunhos de vítimas de violências históricas ganharam relevância crítica, política e social. No contexto das identidades negras contemporâneas, destacam-se as memórias vinculadas à dominação colonial europeia na África e no Caribe, os regimes de segregação racial e os desdobramentos da escravidão em sociedades americanas pós-abolicionistas. Embora esses processos históricos tenham sido frequentemente silenciados pelas narrativas hegemônicas do norte global, eles assumiram papel central nas discussões historiográficas recentes, impulsionando debates sobre ações afirmativas, reparações históricas e a revisão crítica de monumentos e patrimônios públicos.
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Além disso, a chamada ressalta a complexidade das análises sobre a descolonização epistemológica, chamando a atenção para dilemas que envolvem a agência histórica africana e a responsabilidade de elites locais nos períodos da escravidão e do colonialismo. Diante desse panorama, o escopo do dossiê busca reunir artigos que investiguem como o passado colonial, o racismo e a escravidão foram interpretados e narrados por intelectuais negros, movimentos sociais, manifestações artísticas e pela historiografia. Serão acolhidos trabalhos que analisem seletividades, apagamentos, disputas políticas e ideológicas, bem como políticas de arquivamento e patrimonialização dessas memórias na esfera pública e cívica.
A Revista Discente Ofícios de Clio, publicação semestral vinculada ao Laboratório de Ensino de História, ao Departamento de História e ao Programa de Pós-Graduação em História da Universidade Federal de Pelotas (UFPel), está com chamada aberta para o recebimento de trabalhos até o dia 31 de outubro de 2026. O periódico, classificado com Qualis B1 pela CAPES, convida estudantes de graduação, pós-graduação e recém-formados (com até seis meses de conclusão) a enviarem artigos inéditos nas línguas portuguesa ou espanhola.
Nesta edição correspondente ao número 21 (2026/2), a revista recebe contribuições para as suas quatro seções permanentes e temáticas. A primeira delas abrange o Dossiê Temático intitulado "Mutações de Clio: entrelaces entre a História Pública Digital e a prática historiográfica", proposto pelos doutorandos Daniel Ferreira da Silva (UEM) e Gabriel Antonio Butzen (UFOP). O dossiê busca reunir pesquisas que discutam o impacto do ambiente digital, das mídias sociais, memórias em rede, mineração de dados, linguagens audiovisuais e jogos na produção e circulação do conhecimento histórico e na formação do historiador.
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Além do dossiê, a chamada contempla a seção de Artigos Livres, a seção voltada ao Ensino de História e Experiências Docentes (incluindo trabalhos sobre PIBID, monitorias, estágios e Educação Patrimonial) e a seção destinada a Resenhas de obras publicadas nos últimos três anos.
Para que a submissão seja validada e submetida à avaliação, os pesquisadores devem obrigatoriamente seguir as normas da revista, adotar o template específico disponibilizado pela editoria e realizar o envio duplo: tanto por meio do sistema no site oficial da revista quanto pelo e-mail oficial (oficiosdeclio@gmail.com). Submissões que não utilizarem o template ou que forem enviadas apenas por um dos canais serão desconsideradas. O regulamento completo, o modelo de formatação e os links de submissão estão acessíveis na página da revista no portal de periódicos da UFPel.
A Revista Em Tese, publicação vinculada à Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), anunciou a prorrogação do prazo para o envio de trabalhos voltados ao dossiê "De Dante aos Buracos Negros: Poéticas do Ininteligível e a Crise da Representação da Ciência Contemporânea". Com organização de Danilo de Athayde, pesquisador ligado à UFMG e à Universidade do Porto, os interessados em submeter suas contribuições agora têm até o dia 31 de outubro de 2026 para encaminhar os textos.
A proposta do dossiê concentra-se no exame de como a literatura e as diversas expressões artísticas enfrentam e assimilam a perda das antigas visões totalizantes do universo, sobretudo em uma era marcada por uma ciência progressivamente opaca e abstrata. O objetivo central é reunir estudos que analisem estratégias formais capazes de criar inteligibilidade ou de tensionar os modelos estabelecidos pela tecnociência atual, promovendo um diálogo multidisciplinar entre os estudos de ciência, tecnologia e sociedade, a história das ciências e a filosofia. A chamada incentiva também a construção de um novo humanismo pós-reducionista, focado em superar a histórica divisão entre as áreas científicas e humanísticas.
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As reflexões propostas pela organização articulam-se em torno de eixos temáticos sugestivos, que incluem a investigação das poéticas do ininteligível entre diferentes escalas e limites, o estudo de alegorias técnicas e ficções da caixa-preta, além do mapeamento dos imaginários da ciência desenvolvidos no Sul Global. A Revista Em Tese receberá artigos acadêmicos inéditos, resenhas de obras lançadas nos últimos três anos que dialoguem diretamente com os temas da convocatória e contribuições para a seção Poéticas, destinada a produções artísticas autorais acompanhadas por uma nota de apresentação de até uma página.
A Revista Dia-Logos, periódico científico vinculado ao portal da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, está com chamada aberta para o envio de artigos e resenhas inéditas até o dia 31 de outubro de 2026. Com organização assinada pelas pesquisadoras Rebecca Rozas e Heloisa Rosa, da Universidade Estadual de Campinas, o dossiê temático propõe uma reflexão aprofundada sobre os arquivos da colonialidade e seus dilemas na escrita da História, nas políticas de memória e nos regimes de visualidade.
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O objetivo central da publicação é mapear debates epistemológicos e reunir contribuições de historiadores, artistas visuais, curadores, profissionais de museus e especialistas em acervos. As reflexões propostas abrangem os desafios enfrentados pela historiografia diante de documentos coloniais e a urgência de restituir a agência histórica a sujeitos marginalizados, escravizados e colonizados. Além disso, a chamada aborda processos de descolonização em instituições de patrimônio, envolvendo a repatriação de bens culturalmente relevantes, a participação comunitária e novas práticas de metadados.
A iniciativa também destaca o papel do contra-arquivamento e da produção artística contemporânea, observando como o uso de acervos coloniais por artistas pode contestar discursos hegemônicos e reelaborar a memória da dor. As submissões devem ser realizadas diretamente pela plataforma da revista, onde os autores encontram os critérios formais de publicação e os detalhes sobre as diretrizes editoriais do dossiê.
A Revista Interinstitucional Artes de Educar (RIAE), periódico científico da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) classificado como Qualis A4, está com submissões abertas para o dossiê temático "Concepções e ações públicas para a formação humana na contemporaneidade: superação ou aprofundamento das desigualdades sociais?". Pesquisadores e acadêmicos interessados em contribuir para o debate têm até o dia 30 de outubro de 2026 para encaminhar seus trabalhos.
O objetivo do dossiê é reunir análises críticas em relação aos conflitos, disputas, negociações e projetos que caracterizam o cenário de acirramento das lutas políticas e sociais no Brasil. A proposta concentra-se especialmente nas repercussões desse contexto na educação pública, contemplando reflexões que abarcam tanto a Educação Básica quanto o Ensino Superior. A publicação busca investigar como as concepções e ações voltadas à formação humana têm enfrentado a desigualdade social, compreendida como um elemento estruturante da formação da sociedade brasileira.
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A iniciativa parte da constatação de que as políticas públicas educacionais brasileiras passaram por um conjunto expressivo de reformas nas últimas décadas. Tais mudanças provocaram impactos profundos em dimensões centrais da organização escolar e acadêmica, incluindo a gestão, os currículos e os modelos de avaliação. Ao reunir pesquisas originais sobre esses processos, a publicação pretende fortalecer o campo de estudos dedicado às desigualdades sociais na educação.
A organização da edição está sob a responsabilidade dos professores Marcia Maurilio Souza, líder do Grupo de Pesquisa em Educação Especial: Políticas, Financiamento e Gestão (GPEE-Pol), e Rodrigo de Azevedo Cruz Lamosa, líder do Laboratório de Investigação Estado, Poder e Educação (LIEPE), ambos vinculados à Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ). O dossiê conta ainda com a proposição de Enrique-Javier Díez-Gutiérrez, catedrático da Universidad de León, na Espanha. A chamada oficial está disponível em português, inglês e espanhol.
A Revista Eletrônica História em Reflexão (REHR) anunciou a abertura da chamada de trabalhos para o seu novo dossiê temático, voltado para as transformações e desafios do conhecimento histórico na era digital. O periódico convida pesquisadores, educadores, arquivistas, comunicadores e agentes de memória a apresentarem contribuições inéditas que dialoguem com a interseção entre história, tecnologia, mídias e sociedade.
A proposta do dossiê contempla um amplo panorama de debates contemporâneos. Entre os principais eixos temáticos propostos estão as reflexões sobre inteligência artificial, humanidades digitais e a mediação epistemológica em acervos e arquivos, além do enfrentamento ao negacionismo, ao revisionismo e às disputas de memória nas redes. A chamada também contempla os estudos sobre atualismo, regimes de historicidade e os usos políticos do passado nas mídias sociais, aliando a teoria à prática acadêmica ao abordar o ensino de história, a formação docente e o letramento histórico-digital.
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Completam o escopo da publicação os trabalhos dedicados à curadoria digital, museus virtuais e patrimônio digitalizado, bem como a história oral e as narrativas colaborativas no ambiente virtual. Do ponto de vista metodológico, o dossiê incentiva submissões voltadas para ferramentas inovadoras de pesquisa histórica, como o reconhecimento de escrita manuscrita, a mineração de dados e a visualização de dados históricos.
A revista receberá propostas na forma de artigos, resenhas e entrevistas escritos em português, inglês ou espanhol. Todo o processo de envio deve ser feito exclusivamente por meio do sistema OJS da publicação, seguindo rigorosamente as diretrizes e normas estipuladas para os autores. Os interessados em integrar a edição têm até o dia 30 de outubro de 2026 para realizar a submissão dos textos.
O Programa de Pós-Graduação em Políticas Públicas da Universidade Federal do Maranhão anunciou a abertura da chamada de trabalhos para o volume 31, número 1, da Revista de Políticas Públicas, com previsão de publicação para o período de janeiro a junho de 2027. O periódico científico receberá contribuições inéditas de pesquisadores e pesquisadoras vinculados a instituições nacionais e estrangeiras.
Nesta edição, a temática central abordará os povos e comunidades tradicionais, com foco em consulta prévia, direitos coletivos e políticas públicas enquanto desafios contemporâneos. Os autores interessados em submeter artigos e ensaios dentro do tema proposto têm até o dia 31 de outubro de 2026 para realizar o envio. Todos os textos submetidos passarão por uma avaliação prévia conduzida por pareceristas ad hoc convidados pela Comissão Editorial.
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Além da produção temática enviada pela comunidade acadêmica, a edição contará com resenha e entrevista sob encomenda da própria Comissão Editorial, que selecionará pesquisadores de renome nacional e internacional no assunto, estando aberta também a sugestões. Por fim, a publicação manterá sua seção de Temas Livres em fluxo contínuo, acolhendo artigos e ensaios que abordem diversas outras questões relevantes dentro do campo das políticas públicas.
A Revista Aspas anunciou a abertura de chamadas de trabalhos para a sua edição 17.1, cujo dossiê temático aborda as "Epistemologias das pesquisas em artes cênicas". A iniciativa busca provocar reflexões sobre as condições que tornam possíveis os processos investigativos conduzidos por artistas, coletivos, pesquisadores, pedagogos e instituições da área. Com o avanço das discussões nas últimas décadas, o campo cênico tem expandido suas formas de investigação e tensionado as fronteiras tradicionais entre teoria e prática, criação e reflexão, assim como obra e processo. O dossiê propõe interrogar os pressupostos, os procedimentos, os modos de circulação e as estratégias de compartilhamento desse conhecimento plural.
Alinhada a essas transformações, a publicação inaugura uma nova etapa editorial ao implementar o regime de fluxo contínuo para o recebimento de contribuições. O escopo abrange tanto investigações do campo das artes cênicas, como história, teoria e crítica, quanto pesquisas em artes cênicas, que englobam a prática como pesquisa e a pesquisa-criação. A chamada também estimula trabalhos que analisem os diálogos e os atravessamentos entre as artes cênicas e outras áreas do conhecimento, observando como esses encontros deslocam e transformam perspectivas.
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As submissões para o dossiê temático podem ser enviadas até o dia 17 de janeiro de 2027. Os interessados podem participar por meio de diversos formatos, incluindo artigos com reflexões teóricas ou analíticas, entrevistas com artistas e pesquisadores, críticas e resenhas de obras ou publicações, além de propostas em forma livre que experimentem diferentes linguagens e dispositivos textuais, visuais, sonoros ou performativos.
A publicação da edição 17.1 está prevista para o final do primeiro semestre de 2027 e marcará oficialmente a consolidação do novo modelo editorial do periódico. A partir desse lançamento, a Revista Aspas passará a publicar continuamente conteúdos acadêmicos e artísticos em formatos variados, independentemente das chamadas temáticas específicas, garantindo maior dinamismo na circulação do conhecimento das artes cênicas.
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A Revista de Comunicação e Linguagens (RCL) anunciou a abertura da chamada de trabalhos para a sua edição de número 67, que terá como eixo central o tema "The Animation of Images: Technics, Perception and Algorithmic Generation". A publicação convida investigadores a refletirem sobre a animação de imagens sob uma perspetiva técnica, estética e mediática, dando especial destaque às recentes transformações provocadas pela geração algorítmica e pelas ferramentas de inteligência artificial generativa.
O número busca construir uma reflexão contínua sobre a atribuição de movimento, vida e agência às imagens ao longo da história, percorrendo desde os dispositivos óticos e técnicas pré-cinematográficas até às linguagens do cinema, às mídias digitais e aos sistemas generativos contemporâneos. A proposta abrange uma vasta gama de tópicos de interesse, incluindo tecnologias de conversão de texto e imagem para vídeo, criação de avatares e corpos sintéticos, automação, novas dinâmicas de autoria e controlo, além do impacto estético, afeto e epistemológico dessas novas linguagens visuais.
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Investigadores e académicos interessados podem submeter artigos de investigação originais ou ensaios visuais elaborados a partir de perspetivas históricas, técnicas, estéticas ou arqueológicas. Os textos podem ser redigidos em português, inglês, francês ou espanhol, devendo ser submetidos diretamente na plataforma OJS da revista até ao dia 31 de maio de 2027. É necessário indicar no campo de comentários a intenção de integrar esta edição específica. Todos os trabalhos passarão por um processo rigoroso de revisão por pares em regime cego (double blind).
A organização e coordenação científica deste volume estão a cargo de Carlos Natálio, da Universidade Católica Portuguesa, Manuel Bogalheiro, do CICANT/Universidade Lusófona, e Tiago Ramos, do ICNOVA/NOVA University Lisbon. O cronograma editorial prevê a fase de avaliação e revisão entre os meses de julho e outubro de 2027, com a decisão final a ser comunicada aos autores em outubro do mesmo ano. A publicação oficial do número 67 está programada para novembro de 2027.
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A Revista de Comunicação e Linguagens anunciou a abertura de submissões para a sua edição de número 66, dedicada ao tema dos cinemas indígenas e das práticas audiovisuais contemporâneas nas Américas. A publicação busca reunir pesquisas e trabalhos que explorem as vertentes estéticas, políticas, históricas, sociais e ambientais dessas produções, abrangendo também a análise dos processos de criação, difusão e circulação do audiovisual feito por povos originários.
O escopo da chamada é amplo e contempla desde o cinema e o vídeo tradicional até conteúdos de caráter político compartilhados em redes sociais e produções artísticas exibidas em galerias e instituições. O número acadêmico propõe debates em torno de aspectos como a produção coletiva, a ligação entre o audiovisual e a defesa do território, as cosmologias da imagem e do som, a circulação por meio de festivais e projetos comunitários, além da relação entre arquivo, memória histórica e imaginação.
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A convocatória está aberta para artigos de investigação originais e ensaios visuais redigidos em português, espanhol, inglês ou francês. Os textos selecionados passarão por uma avaliação por pares em regime duplo-cego. Os interessados devem enviar os manuscritos por meio do sistema OJS da revista até o dia 15 de janeiro de 2027, especificando a indicação da chamada no espaço destinado aos comentários do formulário.
A organização deste volume está a cargo dos pesquisadores Beatriz Rodovalho, da Sorbonne Nouvelle, Naara Fontinele, da Universidade de Picardie Jules Verne, e Edson Costa Júnior, da Universidade de São Paulo. De acordo com o cronograma oficial, a etapa de revisão ocorrerá de janeiro a abril de 2027, com a divulgação das decisões editoriais em maio e o lançamento oficial da edição previsto para junho de 2027.
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A Revista Intuitio anunciou a abertura de submissões para o dossiê temático "Barbárie e responsabilidade ética", focado em debater as crises éticas, culturais e ambientais do mundo contemporâneo. A iniciativa busca reunir contribuições acadêmicas que analisem o papel do cuidado com a vida humana e do agir coletivo frente às recentes emergências e mudanças climáticas que afetam a sociedade.
Inspirado nas reflexões filosóficas de Michel Henry sobre a decadência cultural e a perda da vida subjetiva, bem como no conceito de ética de Hans Jonas em "O princípio da responsabilidade", o dossiê convida pesquisadores a investigar os fundamentos ético-fenomenológicos das ações humanas no planeta. A chamada dialoga diretamente com as inquietações do projeto de pesquisa coordenado pela Professora Dra. Janessa Pagnussat, da Universidade Franciscana, que reflete sobre o reposicionamento da vida humana diante dos graves impactos dos desastres climáticos ocorridos no Rio Grande do Sul.
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As pesquisas propostas para a publicação podem abordar diversas abordagens analíticas no campo da filosofia e disciplinas correlatas, abrangendo investigações sobre ética do cuidado, fenomenologia da vida, justiça climática, o impacto da técnica na barbárie moderna, a construção de comunidades morais e as noções gerais de ecologia. A proposta central é promover reflexões críticas capazes de articular a subjetividade humana ao compromisso ético de garantir a existência e a preservação das formas de vida na Terra.
Os artigos acadêmicos podem ser redigidos em português, inglês ou espanhol e devem ser encaminhados obrigatoriamente nos formatos digitais DOC ou DOCX. A data limite estabelecida para o envio dos manuscritos é 15 de janeiro de 2027. A edição temática conta com a organização dos editores convidados Professora Dra. Janessa Pagnussat, da Universidade Franciscana, Professora Dra. Janilce Silva Praseres, da Universidade da Beira Interior, e Professor Dr. Silvestre Grzibowski, da Universidade Federal de Santa Maria.
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A Revista Filosofia Aurora convida pesquisadores e acadêmicos a submeterem artigos originais para o seu próximo dossiê temático, intitulado A Vida e a Cultura: A Fenomenologia em Michel Henry. Esta publicação especial busca aprofundar as discussões e análises sobre o pensamento do filósofo francês, explorando as complexas relações entre a subjetividade, a manifestação da vida e as produções culturais sob a ótica da fenomenologia material.
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A organização deste dossiê está a cargo de uma comissão internacional composta pelos professores doutores Janilce Silva Praseres, José António Domingues, José Maria Silva Rosa e Silvestre Grizbowski. Os organizadores destacam a relevância de examinar como o conceito henryano de vida afeta a compreensão da cultura contemporânea, oferecendo novas perspectivas filosóficas para o debate sobre a condição humana e suas expressões.
Os autores interessados em contribuir para esta edição do periódico têm até o dia 30 de março de 2027 para realizar a submissão de seus trabalhos. Os manuscritos devem atender às diretrizes editoriais da Revista Filosofia Aurora e seguir as normas de formatação e avaliação pelos pares adotadas pela publicação.
A Revista Filosofia Aurora convida pesquisadores e acadêmicos a submeterem seus artigos inéditos para o dossiê temático intitulado Desafios da democracia: perspectivas locais e globais, publicação que busca reunir contribuições sobre os rumos, os dilemas e as transformações da democracia no cenário contemporâneo.
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A iniciativa é organizada pelas professoras Doutoras Cristina Foroni Consani e Julia Sichieri Moura, ambas docentes e pesquisadoras vinculadas à Universidade Federal do Paraná (UFPR). O dossiê tem como objetivo promover uma reflexão crítica e aprofundada acerca das dinâmicas democráticas sob múltiplos ângulos, contemplando desde arranjos e impactos no âmbito local até as grandes tendências e articulações da política internacional.
Os autores interessados em contribuir para o debate têm até o dia 30 de janeiro de 2027 para realizar a submissão dos trabalhos na plataforma da revista. As contribuições acadêmicas devem estar alinhadas às diretrizes editoriais do periódico, que aceita artigos nas versões em português e inglês para compor este importante volume.
A Revista Filosofia Aurora está com submissões abertas para o dossiê temático intitulado Edith Stein: Horizontes Políticos e a Constituição do Estado. O volume busca reunir pesquisas que explorem e aprofundem o pensamento da filósofa, com foco em suas contribuições para a filosofia política, a estrutura e a formação do Estado, além das conexões entre ética, sociedade e o papel da pessoa humana na ordem jurídica e institucional.
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Organizado pelo Professor Doutor Bortolo Valle, da Pontifícia Universidade Católica do Paraná, e pela Professora Doutora Clelia Peretti, da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, o dossiê convida pesquisadores, acadêmicos e especialistas a enviarem seus manuscritos inéditos. As contribuições podem abranger análises conceituais da obra fenomenológica da autora, desdobramentos de suas teorias sobre a comunidade e reflexões sobre os desafios contemporâneos do poder público e da cidadania à luz de seu legado teórico.
Os interessados têm até o dia 30 de janeiro de 2027 para submeter seus artigos por meio do sistema online da revista. O processo de avaliação seguirá os critérios acadêmicos do periódico, exigindo rigor metodológico e originalidade dos textos para compor esta edição especial.
A renomada revista Educação e Pesquisa, vinculada à Universidade de São Paulo (USP), anunciou a abertura da chamada de artigos para a sua nova seção temática. Com o tema central focado nas transformações contemporâneas dos sistemas de ensino, a publicação busca reunir trabalhos que debatam a interface entre o conhecimento pedagógico e os avanços tecnológicos globais.
Diante das rápidas mudanças sociais, científicas e tecnológicas, as instituições de ensino enfrentam o desafio contínuo de reformular seus ambientes de aprendizagem. A proposta da seção temática surge justamente para incentivar o pensamento crítico, a criatividade e a inovação nas salas de aula, fortalecendo a ponte entre a pesquisa acadêmica teórica e as suas aplicações práticas do dia a dia.
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A chamada acolhe contribuições sob diversas perspectivas, cobrindo aspectos pedagógicos, psicológicos, tecnológicos e sociais. Há um interesse especial na colaboração interdisciplinar entre as ciências da educação e as disciplinas STEM, abrangendo áreas como ciências, engenharia, matemática, tecnologia, ciência de dados e inteligência artificial. Os organizadores incentivam estudos voltados a modelos inovadores de ensino, análise da aprendizagem, ambientes digitais, educação inclusiva, desenvolvimento profissional docente e novas estratégias de avaliação.
Pesquisadores, educadores e especialistas interessados têm até o final de 2026 para submeter seus manuscritos teóricos ou empíricos. A avaliação por pares ocorrerá entre 2026 e 2027, com a publicação final prevista para integrar o volume de 2027 da revista.
As submissões devem ser realizadas exclusivamente pela plataforma do sistema SciELO. Os autores precisam submeter seus artigos no fluxo normal da seção "ARTIGOS" e especificar, no campo "MENSAGEM AO EDITOR", que o trabalho é destinado à seção temática "Abordagens e Práticas Atuais na Educação e nas Áreas STEM". Todos os textos aprovados passarão pelo rigoroso processo de avaliação cega por pares, seguindo integralmente as diretrizes editoriais da revista.
A Revista Diálogo Educacional (RDE) anunciou a abertura da chamada de artigos para o dossiê intitulado "Insubmissas e criadoras: docências negras e as tramas da Educação Básica". A publicação será organizada pelos editores associados Allan Rodrigues (UFMA/UERJ), Flávia Rodrigues Lima da Rocha (UFAC), Nicelma Josenila Costa de Brito (UFRA) e Carolina Miranda (Universidad de Zaragoza - Espanha). O volume tem previsão de publicação para março de 2027, integrando o volume 27, número 92 do periódico.
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O dossiê propõe afirmar as docências negras como um campo epistêmico fundamentado na resistência e na criação, reunindo narrativas e práticas pedagógicas que desestabilizam o cânone tradicional e constroem novas formas de existência na Educação Básica. Dialogando diretamente com as epistemologias negras e com os movimentos sociais, a proposta tensiona as estruturas coloniais do ensino e destaca pedagogias forjadas na experiência concreta do chão da escola, na memória, no corpo e na ancestralidade.
A convocatória acolhe trabalhos teóricos e práticos que contemplem temáticas como formação docente, currículo, políticas públicas educacionais, além de experiências escolares e comunitárias orientadas pelo pensamento afrocentrado. O prazo para o envio das contribuições estará aberto do dia 1º de outubro até 10 de novembro de 2026.
A Revista EaD em Foco anunciou a abertura de chamadas de submissão para o dossiê temático intitulado Dados, Tecnologia e IA em Movimento na EAD: os Novos Rumos da Educação a Distância e seus Impactos. A publicação científica propõe uma reflexão profunda sobre a evolução histórica da tecnologia no ensino reflexivo, destacando como o momento atual, impulsionado por mega bases de dados e inteligência artificial, representa a continuidade de um processo contínuo de inovação pedagógica.
Sob a liderança dos editores responsáveis Leonardo Viana, Milena de Sousa Nascimento Bento e Marianna Augusta Ferrari do Outeiro-Bernstein, todos vinculados à Fundação CECIERJ, a edição especial busca reunir contribuições da comunidade acadêmica estruturadas em quatro frentes de investigação interligadas.
A primeira abordagem foca no panorama atual da EAD e na cultura orientada por dados, analisando o perfil socioeducacional dos estudantes e o uso de evidências para o direcionamento pedagógico e a tomada de decisões institucionais. O segundo ponto de discussão examina a infraestrutura tecnológica, abrangendo a implementação de sistemas de recomendação, agentes adaptativos de IA e modelos preditivos de evasão, além de debates éticos sobre transparência e mitigação de vieses algorítmicos.
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A governança e a segurança da informação constituem outro pilar central do dossiê, que abordará os impactos da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) na gestão educacional e os desafios de conciliar privacidade e inovação analítica. Por fim, a publicação projeta cenários futuros ao investigar a inteligência artificial generativa, o uso de dados em tempo real, a plataformização do ensino e o combate às desigualdades digitais no ecossistema educacional.
Pesquisadores e autores interessados em submeter seus trabalhos para o dossiê podem consultar todas as orientações sobre o processo de submissão no portal oficial do periódico. Prazo para submissão: 15 de dezembro de 2026.
A Revista Avaliação: Revista da Avaliação da Educação Superior anunciou a abertura da chamada de submissões para o dossiê temático intitulado “Pensar a Universidade e o Ensino Superior com Paulo Freire, 30 anos depois”. Organizada pelos pesquisadores Rodrigo Barchi, Roger dos Santos e Thiago Henrique Barnabé Corrêa, a publicação visa homenagear e refletir sobre a memória e a atualidade do pensamento do educador pernambucano, ressaltando a permanência de suas ideias em um momento que marca três décadas de sua partida.
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A iniciativa convida a comunidade acadêmica a enviar artigos e ensaios que relacionem a obra de Paulo Freire às dinâmicas da graduação, pós-graduação e do tripé ensino, pesquisa e extensão. A proposta busca problematizar o papel da universidade contemporânea frente aos desafios impostos pela mercantilização da educação e pelo sucateamento das instituições públicas, recorrendo aos conceitos freirianos de pedagogia dialógica, democracia radical, educação popular e emancipação para pensar saídas e alternativas éticas e políticas.
Os pesquisadores interessados em contribuir para esta coletânea acadêmica têm entre o dia 05 de agosto de 2026 e o dia 15 de novembro de 2026 para realizar a submissão dos trabalhos. A publicação oficial do dossiê está prevista para ocorrer no segundo semestre de 2027, sendo requisito do periódico que todos os textos aprovados sejam devidamente traduzidos para a língua inglesa pelos seus respectivos autores.