O que significa CONVERSÃO SOMÁTICA para a Psicanálise?
Diferente das doenças psicossomáticas contemporâneas ou das afecções puramente orgânicas, o sintoma de conversão possui uma "gramática": ele fala, expressa um desejo recalcado e obedece a uma lógica simbólica, funcionando como um substituto de uma representação mental que foi banida da consciência.
A Gênese do Conceito e o Salto do Psíquico para o Somático
O termo "conversão" foi introduzido por Sigmund Freud na década de 1890, marcando sua ruptura definitiva com a neurologia puramente anatomopatológica da época. Em suas colaborações iniciais com Josef Breuer, documentadas em Estudos sobre a Histeria (1895), Freud observou que pacientes histéricas apresentavam paralisias, cegueiras ou tremores que não correspondiam à distribuição dos nervos periféricos, mas sim à ideia popular ou subjetiva que o paciente tinha de seus órgãos. Freud postulou que, quando um afeto ligado a uma representação traumática torna-se insuportável para o ego, a mente opera uma clivagem: a representação é recalcada (enviada ao inconsciente), mas a "soma de excitação" (o quantum de afeto) ligada a ela precisa de um destino. Na histeria, esse destino é o corpo.
Este fenômeno é o que Freud chamou de "salto do psíquico para a inervação somática". O corpo torna-se o palco onde o conflito é encenado. O sintoma de conversão não é um simples defeito biológico; ele é uma formação de compromisso entre uma pulsão sexual reprimida e a defesa que se opõe a ela. No caso clínico clássico de Elisabeth von R. (1895), as dores nas pernas da paciente não eram causadas por lesões nervosas, mas simbolizavam sua incapacidade de "dar um passo à frente" em uma situação moralmente conflituosa ligada ao seu cunhado. O corpo, portanto, empresta sua funcionalidade para expressar o que a palavra não pôde dizer.
A Lógica do Simbolismo e a Zona Erógena
Para que a conversão ocorra, é necessário que haja uma "complacência somática", um conceito desenvolvido por Freud no Caso Dora (Fragmento da Análise de um Caso de Histeria, 1905). Isso significa que o órgão ou a função corporal escolhida para o sintoma já possui uma predisposição, seja por uma leve fragilidade orgânica ou, mais comumente, por seu significado erógeno na história libidinal do sujeito. A conversão não escolhe qualquer parte do corpo ao acaso; ela seleciona zonas que podem servir como substitutos genitais ou que carregam um peso metafórico.
Três ensaios sobre a teoria da sexualidade, análise fragmentária de uma histeria ("O caso Dora" ) e outros textos
Sigmund Freud
Comprar na AmazonA conversão somática reafirma a teoria da sexualidade infantil. O sintoma é, em última instância, a realização de um desejo sexual infantil que sofreu o recalque. Em Três Ensaios sobre a Teoria da Sexualidade (1905), Freud esclarece que a capacidade do corpo de se tornar um veículo para a neurose reside na polimorfia da libido. Na conversão, a zona afetada (como a garganta em um caso de tosse histérica ou os olhos em uma cegueira psicogênica) é "hiper-investida" de libido, passando a funcionar como se fosse um órgão sexual. O sintoma, portanto, proporciona uma satisfação substitutiva (embora dolorosa ou limitante), o que explica a resistência do paciente em abrir mão da doença, a famosa "lucratividade secundária" da neurose.
O Sentido do Sintoma e a Diferença entre Conversão e Psicossomática
É imperativo distinguir, sob o rigor terminológico, a conversão somática do fenômeno psicossomático. Na psicanálise lacaniana e na escola psicossomática de Paris (Pierre Marty), argumenta-se que, na conversão, o sintoma é um significante. Ele possui um sentido decifrável através da associação livre; ele está inserido na cadeia de linguagem do sujeito. Se um paciente tem uma paralisia no braço porque "queria bater em alguém mas se proibiu", o braço está simbolizando uma ação proibida. O sintoma é uma metáfora.
Já no fenômeno psicossomático puro (como uma úlcera ou uma psoríase grave), Jacques Lacan sugere em O Seminário, Livro 11: Os quatro conceitos fundamentais da psicanálise (1964) que há uma "holófrase", onde o significante se solidifica no corpo sem remeter a outra coisa. Na conversão, o corpo é "escrito" pelo desejo; na psicossomática, o corpo é "ferido" por uma falha na simbolização. A conversão somática preserva a integridade do órgão na maioria das vezes (a cegueira histérica não destrói a retina), enquanto a psicossomática envolve lesão tecidual. A histeria usa o corpo para falar; o psicossomático sofre no corpo o que não pôde sequer ser formulado como conflito psíquico.
O Seminário, livro 11: Os quatro conceitos fundamentais da psicanálise
Jacques Lacan
Comprar na AmazonO Papel do Fantasma e a Identificação na Conversão
A conversão não se sustenta apenas pela memória de um trauma real, mas pela relação do sujeito com o seu "fantasma" (fantasia inconsciente). Em A Interpretação dos Sonhos (1900) e em escritos posteriores sobre metapsicologia, Freud demonstra que o sintoma de conversão é uma estrutura multideterminada. Ele pode representar, simultaneamente, o desejo do sujeito e o castigo por esse desejo. Além disso, a conversão é fortemente alimentada pelo mecanismo de identificação.
Uma histérica pode desenvolver um sintoma de conversão (como uma tosse ou um desmaio) ao se identificar com outra pessoa com quem ela partilha um desejo inconsciente ou um complexo de culpa. Essa "infecção psíquica", como Freud descreveu, mostra que a conversão somática é uma forma de comunicação pré-verbal. O corpo do histérico é permeável ao desejo do Outro. Através da conversão, o sujeito tenta responder à pergunta fundamental da histeria: "O que é ser uma mulher?" ou "O que o Outro quer de mim?". O sintoma corporal é uma tentativa desesperada e cifrada de dar corpo a essa resposta impossível, transformando a carne em uma escrita simbólica que aguarda a intervenção do analista para ser traduzida em palavras.
Evolução Clínica e o Destino da Conversão na Contemporaneidade
Embora as grandes paralisias e "arc-en-ciel" (arcos histéricos) descritos por Jean-Martin Charcot em Salpêtrière tenham se tornado menos comuns na clínica atual, a conversão somática permanece viva sob novas roupagens. A psicanálise contemporânea observa que o "salto para o somático" hoje se manifesta em síndromes de dor crônica, fibromialgias de fundo psicogênico e crises não-epilépticas de origem psíquica. O rigor clínico exige que o analista não ignore o corpo, mas que o escute como um texto.
A cura na psicanálise, no que tange à conversão, não visa o silenciamento do corpo por meio de medicamentos, mas a "re-tradução" do sintoma. Como postulado em Inibição, Sintoma e Angústia (1926), o sintoma é um sinal de que o ego não conseguiu lidar com a angústia de outra forma. Ao reintegrar o afeto à sua representação original através da palavra no setting analítico, o quantum de energia que sustentava a conversão é liberado, e o corpo pode cessar sua encenação. A conversão somática prova, assim, a premissa fundamental da psicanálise: que o ser humano não é apenas um organismo biológico, mas um corpo pulsional atravessado pela linguagem e pelo desejo.
Referências Bibliográficas
BREUER, Josef; FREUD, Sigmund. Estudos sobre a histeria. Rio de Janeiro: Imago, 1895. (Edição Standard Brasileira das Obras Psicológicas Completas de Sigmund Freud, v. 2).
FREUD, Sigmund. A interpretação dos sonhos. Rio de Janeiro: Imago, 1900. (Edição Standard Brasileira das Obras Psicológicas Completas de Sigmund Freud, v. 4 e 5).
FREUD, Sigmund. Fragmento da análise de um caso de histeria (Caso Dora). Rio de Janeiro: Imago, 1905. (Edição Standard Brasileira das Obras Psicológicas Completas de Sigmund Freud, v. 7).
FREUD, Sigmund. Três ensaios sobre a teoria da sexualidade. Rio de Janeiro: Imago, 1905. (Edição Standard Brasileira das Obras Psicológicas Completas de Sigmund Freud, v. 7).
FREUD, Sigmund. Inibição, sintoma e angústia. Rio de Janeiro: Imago, 1926. (Edição Standard Brasileira das Obras Psicológicas Completas de Sigmund Freud, v. 20).
LACAN, Jacques. O Seminário, livro 11: os quatro conceitos fundamentais da psicanálise. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 1998 [1964].
LACAN, Jacques. Escritos. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 1998 [1966].
LAPLANCHE, Jean; PONTALIS, Jean-Bertrand. Vocabulário da psicanálise. São Paulo: Martins Fontes, 1967.
MARTY, Pierre. A psicossomática do adulto. Porto Alegre: Artes Médicas, 1990.
NASIO, Juan-David. A histeria ou a criança magnífica da psicanálise. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 1991.
O que significa FASE ORAL para a Psicanálise?
A Fase Oral representa um dos marcos iniciais da subjetividade humana na metapsicologia freudiana. É o momento em que o corpo deixa de ser apenas um organismo biológico para se tornar um mapa de zonas erógenas, onde a pulsão encontra seu primeiro destino e o psiquismo inicia sua jornada de diferenciação entre o "eu" e o "mundo externo". Para compreender a profundidade desse conceito, é preciso abandonar a visão simplista de que se trata apenas do ato de se alimentar; trata-se, fundamentalmente, da primeira organização da libido e da gênese das relações objetais.
A Descoberta da Sexualidade Infantil e a Pulsão Oral
A fundamentação teórica da Fase Oral encontra seu marco inicial na obra Três Ensaios sobre a Teoria da Sexualidade (1905), de Sigmund Freud. Neste texto revolucionário, Freud subverte a compreensão da época ao afirmar que a sexualidade não emerge na puberdade, mas possui raízes profundas na infância. A Fase Oral é descrita como a primeira fase da organização sexual pré-genital, situando-se aproximadamente do nascimento aos dezoito meses de vida.
Um Caso de Histeria, Três Ensaios Sobre Sexualidade e Outros Trabalhos
Sigmund Freud
Comprar na AmazonO conceito central aqui é a zona erógena. Freud postula que certas áreas da pele ou das mucosas, quando estimuladas de determinada maneira, produzem uma sensação de prazer de qualidade específica. Na fase oral, essa zona é a boca, incluindo lábios, língua e todo o aparato bucal. É crucial notar o que Freud denomina como "apoio" (Anlehnung): a pulsão sexual inicialmente se satisfaz apoiada em uma função vital indispensável à preservação da vida, a alimentação. Contudo, rapidamente ela se torna independente. O bebê que continua a sugar o mamilo, o dedo ou a chupeta após estar saciado não busca mais o leite (necessidade biológica), mas sim o prazer da excitação da mucosa oral (desejo pulsional).
Neste estágio, o objeto da pulsão é o seio materno. A boca é o primeiro órgão que aparece como zona erógena e que faz exigências de ordem libidinal ao psiquismo. A atividade sexual oral está intimamente ligada à incorporação. Incorporar significa, literalmente, levar para dentro do corpo, mas psiquicamente representa o protótipo da identificação. Ao "comer" o objeto, o bebê o torna parte de si, estabelecendo a base para o que Freud explorará mais tarde em Luto e Melancolia (1917), onde a identificação narcísica com o objeto perdido é descrita como um processo de introjeção oral.
A Ambivalência e a Fase Canibalesca
À medida que a teoria psicanalítica evoluiu, a Fase Oral foi refinada e subdividida. Karl Abraham, em sua obra Contribuições à Teoria da Libido (1924), trouxe uma contribuição seminal ao dividir a fase oral em duas subfases distintas: a fase oral precoce (sucção) e a fase oral-sádica (canibalesca). Essa distinção é vital para entender a origem da agressividade e da ambivalência afetiva.
Na fase oral precoce, o prazer advém puramente do sugar. Não há, ainda, uma distinção clara entre o bebê e o objeto. É um estado de narcisismo primário onde o seio é sentido como parte do próprio corpo. No entanto, com o surgimento da dentição e o desenvolvimento da capacidade motora, a relação com o objeto muda drasticamente. O ato de morder introduz a agressividade na economia libidinal. Aqui, o prazer não é mais apenas passivo (receber o alimento/prazer), mas ativo e destrutivo (morder, triturar, destruir o objeto).
Essa transição marca o nascimento da ambivalência. O bebê ama o objeto (seio) que o satisfaz, mas também deseja destruí-lo através da mordida. A "Fase Canibalesca" é, portanto, o berço dos sentimentos contraditórios. Em Totem e Tabu (1913), Freud utiliza essa lógica para explicar o banquete totêmico original: o ato de devorar o pai é, simultaneamente, um ato de amor (identificação por incorporação) e de ódio (destruição). Na clínica, a fixação ou regressão a este ponto oral-sádico está frequentemente ligada a estruturas depressivas e melancólicas, onde a agressividade voltada contra o objeto incorporado acaba por ferir o próprio ego do sujeito.
Melanie Klein e a Fantasia Inconsciente no Estágio Oral
Se Freud e Abraham lançaram as bases, foi Melanie Klein quem expandiu as fronteiras do que acontece na mente do bebê durante a fase oral. Em obras como A Psicanálise de Crianças (1932) e Inveja e Gratidão (1957), Klein desloca o foco da biologia para o mundo das fantasias inconscientes e das relações objetais precoces. Para Klein, a fase oral é dominada pela relação com o "objeto parcial": o seio.
O psiquismo primitivo, ainda incapaz de integrar aspectos contraditórios, utiliza o mecanismo de cisão (splitting). O bebê não percebe uma mãe total, mas sim um "seio bom" (que alimenta, acalma e está presente) e um "seio mau" (que frustra, demora a chegar ou é sentido como persecutório). Essa é a essência da Posição Esquizoparanóide. A pulsão de morte, projetada para fora, transforma o seio mau em um perseguidor, enquanto a pulsão de vida investe o seio bom como uma fonte de segurança absoluta.
A incorporação oral assume aqui um papel dramático. O bebê "engole" as experiências. Se a gratidão prevalece (derivada da satisfação oral), o seio bom é introjetado de forma estável, servindo como núcleo para um ego forte. No entanto, se a inveja, que Klein descreve como uma expressão direta da pulsão de morte, for excessiva, o bebê deseja atacar o seio para roubar seus conteúdos bons ou estragá-los, de modo que não precise mais depender dele. Essa dinâmica oral estabelece o modelo para todos os relacionamentos futuros: a capacidade de receber, de confiar e de lidar com a falta e a gratidão.
Fixação, Regressão e Traços de Caráter Oral
A importância da Fase Oral não termina na infância; ela reverbera na vida adulta através dos processos de fixação e regressão. Se uma criança sofreu privações severas (frustração excessiva) ou mimos desmedidos (satisfação excessiva) durante este estágio, a libido pode permanecer "presa" a este modo de satisfação, moldando o que a psicanálise chama de caráter oral.
O caráter oral é marcado por uma relação específica com o mundo e com o conhecimento. Pessoas com fixações orais tendem a ser "vorazes", não apenas em relação à comida, mas em relação a informações, afeto e atenção. Existe uma dependência estrutural do objeto externo para a manutenção da autoestima. A linguagem cotidiana preserva essa herança psicanalítica quando usamos termos como "devorar um livro", "engolir um sapo" ou descrevemos alguém como "amargo" ou "doce".
Na psicopatologia, a regressão ao nível oral é visível em transtornos alimentares (anorexia e bulimia), adições (alcoolismo e tabagismo) e em certos estados psicóticos onde a barreira entre o eu e o outro se dissolve, mimetizando a indistinção primitiva da amamentação. Em Inibição, Sintoma e Angústia (1926), Freud discute como o medo da perda do objeto (angústia de separação) tem suas raízes na dependência absoluta do período oral. A boca permanece como um canal de comunicação primordial com a realidade: é por onde o sujeito clama, protesta e, fundamentalmente, onde o primeiro contato com o Outro é estabelecido.
A Dimensão Simbólica: Da Necessidade ao Desejo
Por fim, é essencial compreender que a Fase Oral opera a transição da ordem da necessidade para a ordem do desejo. Jacques Lacan, retornando a Freud, enfatiza que o objeto da pulsão não é o objeto real (o leite), mas o que ele representa na relação com o Outro. O "Objeto Pequeno a", conceito lacaniano desenvolvido ao longo de seus seminários, tem na fase oral seu primeiro representante: o seio enquanto falta.
O seio não é apenas algo que preenche a boca; é algo que falta e, por faltar, inaugura a busca. O desejo humano nasce no hiato entre a necessidade biológica saciada e o prazer que resta como um rastro. A fala, ato eminentemente oral, surge justamente quando o objeto físico está ausente. O bebê que começa a balbuciar ou a usar fonemas para chamar a mãe está transformando o prazer oral de sucção em um prazer de emissão sonora, substituindo o seio pela palavra.
A Fase Oral, portanto, é o fundamento da alteridade. É através da boca que o sujeito descobre que o mundo não é uma extensão de si mesmo, que existe algo "lá fora" que pode ser incorporado ou rejeitado. A sofisticação desse estágio reside no fato de que ele organiza a estrutura do vazio. Sem a experiência do preenchimento e da perda oral, o sujeito não teria um lugar psíquico para o desejo. Assim, a fase oral deixa de ser apenas uma etapa cronológica do desenvolvimento infantil para se tornar uma dimensão permanente da estrutura humana, regendo a forma como consumimos a cultura, as relações e a própria vida.
Referências Bibliográficas
ABRAHAM, Karl. Contribuições à Teoria da Libido: Ensaios sobre a Formação do Caráter e o Desenvolvimento da Libido. Rio de Janeiro: Imago, 1970.
FREUD, Sigmund (1905). Três ensaios sobre a teoria da sexualidade. In: FREUD, Sigmund. Edição Standard Brasileira das Obras Psicológicas Completas de Sigmund Freud. Tradução sob a supervisão de Jayme Salomão. Rio de Janeiro: Imago, 1972, v. 7, pp. 121-237.
FREUD, Sigmund (1913). Totem e Tabu. In: FREUD, Sigmund. Edição Standard Brasileira
das Obras Psicológicas Completas de Sigmund Freud. Tradução sob a supervisão de Jayme Salomão. Rio de Janeiro: Imago, 1974, v. 13, pp. 13-194.
FREUD, Sigmund. Luto e Melancolia (1917). In: Edição Standard Brasileira das Obras Psicológicas Completas de Sigmund Freud, vol. XIV. Rio de Janeiro: Imago, 1996.
FREUD, Sigmund. Inibição, Sintoma e Angústia (1926). In: Edição Standard Brasileira das Obras Psicológicas Completas de Sigmund Freud, vol. XX. Rio de Janeiro: Imago, 1996.
KLEIN, Melanie. A Psicanálise de Crianças (1932). Rio de Janeiro: Imago, 1997.
KLEIN, Melanie. Inveja e Gratidão e Outros Trabalhos (1946-1963). Rio de Janeiro: Imago, 1991.
LACAN, Jacques. O Seminário, Livro 4: A Relação de Objeto (1956-1957). Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1995.
LACAN, Jacques. Escritos. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1998.
GARCIA-ROZA, Luiz Alfredo. Freud e o Inconsciente. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2005.
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