Uma palavra é classificada como trissílaba quando é formada por exatamente três sílabas. A sílaba, por sua vez, consiste em um fonema ou em um grupo de fonemas pronunciados em uma única emissão de voz, tendo sempre uma vogal como sua base obrigatória, já que não existe sílaba sem vogal em nosso idioma.
Quando pronunciamos pausadamente um vocábulo trissílabo, percebemos nitidamente as três pulsações sonoras que o compõem. No termo escola, por exemplo, identificamos a sequência fonética es-co-la. O mesmo fenômeno ocorre com a palavra caneta, cuja divisão resulta em ca-ne-ta, e com o vocábulo médico, segmentado em mé-di-co.
Essa classificação independe inteiramente da posição da sílaba tônica, que é a sílaba pronunciada com maior intensidade. Isso significa que uma palavra trissílaba pode ser oxítona, como no caso de picolé, paroxítona, como ocorre em caderno, ou proparoxítona, como se observa em lâmpada. O único critério definitivo para essa nomenclatura é, exclusivamente, a quantidade de emissões de voz necessárias para enunciar o termo por completo.
Referências Bibliográficas
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