A regra geral para essa situação faculta duas abordagens distintas, sendo uma delas amplamente recomendada para conferir fluidez ao texto. O procedimento padrão e mais frequente consiste na indicação do primeiro autor individualizado, seguido imediatamente pela expressão latina et al., grafada em estilo normal e sem itálico, finalizada por ponto. Essa locução abreviada de et alii sinaliza ao leitor que a obra conta com outros colaboradores além do primeiro mencionado. Vale ressaltar que essa uniformização deve ser rigorosamente mantida tanto ao longo do corpo do texto quanto no elemento pós-textual correspondente.

Na prática da citação indireta, ao incorporar a ideia da obra no fluxo da frase, escreve-se o sobrenome do primeiro autor em letras minúsculas, com apenas a inicial maiúscula, seguido da abreviação latina, do ano de publicação e da página, caso seja aplicável. Por outro lado, quando a menção ocorre no formato entre parênteses ao final do parágrafo, o sobrenome do primeiro autor deve ser grafado inteiramente em letras maiúsculas, acompanhado do marcador de coautoria, do ano e da respectiva página. Essa dupla possibilidade atende às diferentes necessidades de estilo da escrita acadêmica, mantendo a coerência estrutural.

A mesma lógica se aplica ao momento de elaborar as referências bibliográficas ao final do documento. A forma preferencial orienta citar o sobrenome e o prenome do primeiro autor, acrescentar a locução indicativa de outros autores e dar prosseguimento ao título do livro, edição, local, editora e ano de publicação. No entanto, é importante destacar que a norma atual também permite a indicação de todos os autores na lista final, desde que essa escolha seja aplicada de forma homogênea em todo o trabalho. Essa exceção costuma ser adotada quando a menção a todos os pesquisadores é indispensável para destacar a relevância da contribuição coletiva.


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