Na Língua Portuguesa, chamamos de homônimos as palavras que possuem a mesma forma sonora ou gráfica, mas que apresentam significados diferentes. Essa coincidência pode ocorrer tanto na escrita quanto na pronúncia, e é justamente daí que surge a necessidade de atenção ao contexto para compreender corretamente o sentido empregado.
Os homônimos podem se manifestar de duas maneiras principais: quando são homônimos perfeitos, isto é, palavras idênticas na escrita e na pronúncia, mas com significados distintos, como “manga” (parte da camisa) e “manga” (fruta); ou quando são homônimos homófonos, que se pronunciam da mesma forma, mas se escrevem de maneira diferente, como “sessão”, “seção” e “cessão”. Há ainda os homônimos homógrafos, que se escrevem da mesma forma, mas se pronunciam de maneira diferente, como “colher” (substantivo) e “colher” (verbo).
Referências Bibliográficas
BECHARA, Evanildo. Moderna Gramática Portuguesa. 40. ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2024.
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BECHARA, Evanildo. Gramática Escolar da Língua Portuguesa. 2. ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2018.
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CUNHA, Celco; CINTRA, Lindley. Nova gramática do português contemporâneo. 8. ed. Rio de Janeiro: Editora Lexikon, 2025.
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HOUAISS, Antônio. Pequeno Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa. 1. ed. São Paulo: Editora Moderna, 2015.
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LIMA, Carlos Henrique da Rocha. Gramática normativa da língua portuguesa. Rio de Janeiro: José Olympio, 2010.
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Graduado, mestre e doutor em Letras pela UFPB. Possui ainda formação em Psicanálise, especializações em Teoria Psicanalítica, Literatura Brasileira e Literatura Contemporânea. Atua, há mais de 5 anos, na editoração digital de periódicos científicos, bem como nos processos de revisão, adequação ABNT e diagramação de artigos científicos.