A palavra ls é uma abreviação do inglês list (listar). A função principal dele é muito simples, mas vital: listar o conteúdo de um diretório. Em termos práticos, ele mostra quais arquivos e pastas existem dentro do local onde você está navegando no momento.
Pense no terminal como uma sala escura. Quando você entra nessa sala, você não consegue enxergar o que está lá dentro. O comando ls funciona como acender a lanterna para ver o que está no chão e nas prateleiras.
Como ele funciona na prática?
A estrutura básica (sintaxe) do comando é:
ls [opções] [caminho]Se você apenas digitar ls e apertar Enter, o Linux vai listar os arquivos do seu diretório atual de forma simples, geralmente organizados em colunas.
Turbinando o comando com "Opções" (Modifiers)
O verdadeiro poder do Linux está nas opções (também chamadas de flags ou parâmetros), que modificam o comportamento do comando. Vamos ver as três mais importantes que todo mundo precisa saber:
ls -l(Formato Longo): Mostra informações detalhadas sobre os arquivos. Além do nome, você verá as permissões de segurança, o dono do arquivo, o tamanho (em bytes) e a data da última modificação.ls -a(Mostrar Tudo/All): No Linux, qualquer arquivo ou pasta que começa com um ponto (.) fica oculto. Usando o-a, o comando revela esses arquivos escondidos (geralmente arquivos de configuração).ls -h(Legível por Humanos): Usado quase sempre junto com o-l(ficandols -lh). Ele transforma o tamanho dos arquivos de bytes puros para algo fácil de ler, como KiloBytes (K), MegaBytes (M) ou GigaBytes (G).
ls -lah, o Linux vai listar todos os arquivos (incluindo os ocultos), em formato longo e detalhado, com tamanhos fáceis de ler.
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